Voluntários que participam de uma pesquisa que avalia uma nova droga contra a obesidade perderam cerca de sete quilos em 20 semanas. A perda de peso foi quase três vezes maior que a do grupo de controle e 50% maior que a de pacientes tratados com o remédio líder no mercado.
Essa nova droga, chamada liraglutida, imita a ação de um hormônio que reduz o apetite e que é produzido naturalmente no intestino. Sua maior vantagem em relação a outros remédios é a redução dos fatores de risco para diabetes do tipo 2 e doenças do coração.
O maior problema até o momento é o alto custo da liraglutida: cerca de US$ 830 para seis meses de tratamento. A droga foi autorizada como tratamento para diabetes no início do ano e todos os testes até agora a classificam como segura. Os únicos efeitos colateriais encontrados foram náusea e vômitos em alguns pacientes, resolvidos com redução da dosagem.
O remédio é aplicado através de injeção, o que torna necessária a presença de um médico a cada vez que ele for administrado.
Apesar da satisfação dos gordinhos com a chegada de mais um remédio para emagrecer, não custa nada lembrar de uma coisa importantíssima: Não existe milagre. Ninguém emagrece só com remédio. É fundamental a prática de exercícios físicos e uma reeducação alimentar para que qualquer tratamento seja eficaz.
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Fonte:
Substância acelera perda de peso e com menos efeitos colaterais, indica teste

















nossa!!! com esse preço é melhor ser gordinha mesmo!!! ta lokoooooooo!!!!!!
Acho que o maior problema dos remédios é o vício. Não de ficar com fissura pelo remédio, mas de precisar se manter tomando sempre para não engordar.
Meu comentário foi para o caso de a pessoa tomar somente com o propósito de emagrecer. Para quem tem diabetes é uma grande ajuda.
Acho que os remédios só devem ser indicados para os realmente obesos e que tão correndo riscos e claro, indicado por médicos. Tem gente que toma só para perder 3 quilos e daí se ferram, pq emagrecem, páram de tomar e engordam o dobro. E assim vai. Isso tá sendo dito e tá escrito em todo canto, mas ninguém aprende. Uma pena.
Gostei muito desta reportagem e gostaria muito de receber novas orientações a respeito do assunto. Muito obrigado.