Papo de Gordo 89 – Mudanças

Eduardo Sales Filho
@eduardo_sales

Publicado em 16 de maio de 2012

Todo mundo sabe que algumas mudanças são bem vindas, o grande problema é conseguir se acostumar com elas. Eduardo Sales Filho, Maira Moraes, Lucio Luiz, Flavio Soares e Dr. Tapioca recebem o convidado Ock-Tock (marido da Vana Medeiros) para bater um papo sobre mudar de vida, de cidade, de emprego… enfim, mudar.

No programa de hoje, descubra porque o Dr. Tapioca saiu do exército, conheça as raízes sertanejas de Ock-Tock, entenda como Maira foi parar numa cidade chamada Niquelândia, saiba porque Dudu e Flavio estão morando juntos e acompanhe uma série infindável de piadas sobre o novo sistema intestinal do Lucio.

Prepare-se para rir muito, pois o Podcast Papo de Gordo está começando e nem a vida, essa vadia, vai te impedir de dar boas risadas!

Duração: 87 minutos

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Gostou do podcast? Você vai ao banheiro fora de casa? Já morou bem longe da família? Sente saudade aliviada dos parentes? Acha mais difícil fazer amigos depois de adulto? É uma pessoa apegada às coisas? Já contratou empresas de mudança? Então mande um e-mail pra gente contando sobre as SUAS mudanças: [email protected]

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76 respostas para “Papo de Gordo 89 – Mudanças”

  1. paulo henrique disse:

    primeirão

  2. Welton Sousa disse:

    Perdi pro Paulo Henrique, mas amo vocês mesmo assim =)

  3. @_Lan disse:

    Perdi pra ambos, Edu & Maira, mandem um parabens pra mim no proximo? aniversario dia 20 agora eheheheh.

  4. Tadeu disse:

    Não sou first, mas é meu primeiro comentário pro Papo de Gordo. Perdi minha virgindade de coments para o Dudu… rsrsrsr

    Comecei a ouvir recentemente o Papo de Gordo, mas posso dizer que já viciei! Não sou gordo, mas fui quando adolescente, então posso dizer que entendo muito bem a perspectiva de vocês!!!

    Que eu possa escutar todos os episódios até o final de 2012, e que o mundo não acabe para vcs continuarem a gravar o podcast! rsrsr

    Abraços!

  5. Tadeu disse:

    Ps: 1,71 e 72 kilos – São Paulo Capital – concurseiro

  6. Caraca!! Nem acredito que meu blog foi citado no Papo de Gordo!! Surreal isso, meu deus!

  7. Rodrigo_X disse:

    Muito bem amigos do PdG!

    Concordo com a Maira: temos é medo. Até meus 23 anos eu fiquei na mesma, e nos últimos 7 anos acabei tendo que mudar de cidade 2 vezes, e de casa mais uma vez.
    Vou contar um causo apenas, outros, deixa para um bate-papo :)

    Minha primeira mudança foi de cidade, em 2005. Logo no começo do ano fui convocado para assumir uma vaga no concurso, e, como não era no Estado que eu queria, me deixaram escolher a cidade. Porém, 6 meses anos, um dos meus melhores amigos também havia sido convocado, e tava passando por uns “maus bocados” por assim dizer no meio do Mato Grosso. Deram-me dois dias para pensar em qual cidade queria assumir, e então liguei para meu amigo e perguntei: “Vinicius, aí em Diamantino tem ADSL?”. Quando tive a resposta positiva aceitei ir para a cidade que ele morava. E aí então começou outra etapa da minha vida.

    Saí de Campo Grande, capital do MS, com 900mil habitantes para Diamantino-MT, com cerca de 20mil habitantes (censo 2010). Na época, estranhei que tinham poucas pessoas na cidade, mas me informaram que boa parte da população era rural, e que mais ou menos metade morava na cidade. Então, façamos as contas: 10mil pessoas. Tirando crianças e velhos, que deviam somar uns 65%, sobram 3500 pessoas entre 18 e 65 anos. Eu, que tinha 23 anos na época, ia me relacionar com as pessoas até 30, 35 talvez, o que me deixava um leque de mais ou menos 1300 pessoas na minha faixa etária. Então, todas as pessoas que eu poderia ter algum tipo de contato NA CIDADE, somavam mais ou menos a população do meu bloco de faculdade à época. Um baita choque.

    Na mudança para tal lugar, levei roupas e meu HD, já que decidi comprar outro computador para mim lá. Fiquei no hotel até alugar casa, e, meu primeiro item da casa foi o computador. Seguido de colchão, modem adsl, guarda-roupa, mesa para computador e geladeira. Depois não lembro mais da ordem. Cheguei à cidade no começo de fevereiro e pelo começo de maio a casa que morava já parecia realmente uma casa de gente decente, não casa de moleque morando sozinho em esquema república.

    Para fazer novas amizades (e ocupar o tempo já que a cidade não oferecia nada de lazer) comecei o curso de Direito na cidade (que é o segundo curso mais procurado para quem não tem o que fazer, e tenho certeza que todos sabem qual é o primeiro). Em poucas semanas já tinha conhecido muita gente – eu tinha um “grupo” no Orkut com mais de 100 pessoas, lembrando que estamos em 2005. E mais outras 200 eu já havia feito algum contato, mas elas num usavam muito internet. Mesmo porque as linhas com banda larga na cidade eram limitadas, vai vendo.

    Depois comecei a receber pessoas em casa,mas muita gente não ia à minha casa, especialmente as mulheres. Sempre me chamavam para sair, mas nada de ir lá em casa, até que descobri o motivo: Não pegava bem, meninas solteiras irem na casa de um rapaz solteiro da cidade grande. Solução: tive que conhecer várias mães para que elas dessem algum tipo de benção para as meninas irem na minha casa. Depois de seis meses já estava adaptado à cidade, o que me causou certo medo. Troquei os CDs do meu carro que eram basicamente cd de rock como Iron Maiden, e trilhas de filmes como De Volta para o Futuro por Cds de arrocha, lambadão, sertanejo e funk. Isso porque, se escutasse qualquer outro tipo de música seria O excluído. E para poder me integrar a cultura local acabei por me entregar minha alma ao Diabo. Mas mesmo assim, não via a hora de sair daquela pacata cidade. Mas ao contrário do que Dudu falou, de sentir falta da família, o que mais pesou para eu decidir realmente sair de lá foram os amigos. No tempo que fiquei fora, nos fins de semana que eu não tinha o que fazer, e que minha turma estava em festa em minha cidade natal, aconteceu de que, mais de uma vez, me ligarem e deixarem o telefone no viva voz na festa para que eu participasse. Com amigos desses, como não voltar? E foi após 1 ano 5 meses e 27 dias voltei para Campo Grande abrindo mão de uma alavancada na carreira para ficar junto dos meus amigos.

    • Camila Dias disse:

      Ou seja, tu saiu dos salões de baile à la vienense da casa da família Von Trapp e foi dançar com a galera do Central do Brasil onde o vento faz a curva e isso tudo só com umas roupinhas e um HD?
      Parabéns pela coragem!
      Sucesso!

    • Pra quem morou em capitais a vida toda, mudar pra uma cidade pequena é um choque. Meu caso foi o contrário, sair da cidadezinha para a grande capital!

      Hoje, depois de devidamente acostumado com os grandes centros, provavelmente estranharia voltar a morar no interior, mas meu choque seria menor que o seu com toda certeza!

      • Rodrigo_X disse:

        Mas também teve coisas boas. Uma delas foi que quando morei nessa “cidade” eu passei a viajar muito. Acabei conhecendo mais de 30 cidades/vilas (acho que foram 35) ao longo desse 1 ano e meio que morei lá. Final de semana, cidade parada, eu pegava o carro e ia até onde dava no sábado, para voltar no domingo. Conheci várias cidades e pessoas adoráveis. E também acabei perdendo confiança em dirigir em estrada, o que já rendeu muita história boa. Uma que acontecia sempre era fazer sair para compras sábado de manhã, para comprar frutos do mar. O problema é que onde morava não tinha frutos do mar, então eu tinha que ir na cidade grande mais próxima, que era a capital Cuiabá, distante 200 km. Então, era acordar sábado, 8 da manhã, para entre 10 e 10:30 estar em um mercado qualquer da cidade, para 13:00, 14:00 estar de voltar e poder cozinhar qualquer coisa muito saborosa e claro, em grande quantidade.

      • Rodrigo_X disse:

        Eu tenho uma boa memória do buraco, digo, da cidade que morei. Fazendo um paralelo com o Na Calçada que vocês participaram (Dudu e Maira) quando foi a época das festas de fim de ano, na casa que morava estava eu e um brother do trabalho, e minha mãe vinha visitar a gente junto com minha irmã e primo. Cinco pessoas…fazer ceia…muito trabalho né? O KCT! Perguntei para cada uma das pessoas que elas queriam. Tive leitão, peru, tender, farofa de frutas, doces, várias sugestões. O que escolher para fazer? Todas! Já estou num lugar merda, digo, ruim mesmo, porque não tornar pelo menos a janta/ceia excelente?

        Comprei o maior peru que meu forno (na época dum fogão 4 bocas) poderia assar, pernil, lombo, tender, lentinha + panetone, chocotone, colomba natalina, castanhas e frutas secas de todos os tipos, frisantes, champanhe, cerveja, coca-cola, suco… tudo que você poderia esperar de uma festa de ano novo que fosse realizada num Copacabana Palace da vida. Eu me recordo de ter gasto aproximadamente uns 500 reais (em 2005, então considere que na época o salário mínimo era de R$ 300) em insumos para o jantar das coisa que não achei na cidade que morava. No total devo ter gasto uns 800 com comida para metade da população do Tour Gastronômico 2012 apenas para cinco pessoas. Valeu CADA centavo gasto, pois até hoje, não teve nenhuma ceia tão boa e farta.

  8. Vânia disse:

    Adorei o programa! veio justamente no momento de mudança da minha vida… que entre outras me viciei em podcast por causa do ph e do dudu no video sobre podcasts no desencontro!
    Adoooooro dona Maira Moraes! sou uma gordinha yeah yeah!!! O dudu com todo seu mimimi que identifico com o gordo em cariveiro la de casa, o doutor tapioca super desencanado, meeedo dos medicos de hoje em dia ! kkkkkkkkk
    o tio flávio me emocionou várias vezes falando dos filhos, e o lúcio, que bem… ta ai ne! kkkkkkkkkk brincadeirinha, adoro vcs reclamando do momento cultural dele!
    Bom, vcs tem sido uma ótima companhia nos últimos dias!!!!
    Um Beijoooooooo no coração de todos !!!

  9. Camila Dias disse:

    Minhas mudanças/vivências:
    1979: meus pais saíram de um apartamento na “Rua da Praia” para uma casa na zona sul e logo depois eu nasci (Porto Alegre)
    1985: mudamos de uma casa para um apartamento e, por consequencia, mudei de escola (Porto Alegre)
    1994: mudamos do apartamento para uma casa (Porto Alegre)
    1994: terminei o 1º grau (ensino fundamental) (Porto Alegre)
    1995: em uma escola nova, comecei curso de Magistério + 2º grau (ensino médio+ profissionalizante) (Porto Alegre)
    1996: meu primeiro emprego durante o verão em Balneário Camboriú (3 meses em Santa Catarina, uhhuh!)
    1998: terminei o Magistério (Porto Alegre)
    1999: comecei Letras na PUCRS (Porto Alegre)
    2001: mudamos de casa alugada para casa própria (Porto Alegre)
    2001: em agosto fui morar no subúrbio de Washington D.C. em Maryland,EUA
    2002: em janeiro, voltei para o Brasil, casa da mamãe (Porto Alegre)
    2003: me mudei por ter casado (Porto Alegre)
    2005: mudei para casa própria (Porto Alegre)
    2006: me divorciei e voltei pra casa da mãe (Porto Alegre)
    2007: fui morar sozinha (Porto Alegre)
    2008: voltei pra casa da mamãe por ter ficado desempregada (Porto Alegre)
    2008: emprego novo, a sede da empresa era no Paraná, tive que ir pra lá e fiquei 15 dias conhecendo a empresa e os colegas (Londrina, PR)
    2008: mudei pra São Paulo
    2009: dezembro, encaixotei a casa toda pra mudar e discuti com a síndica do apto novo e acabei não indo (São Paulo)
    2012: 05 de fevereiro o seu Dudu mudou lá pra casa (só para a semana da Campus Party!!!!) e parece não querer mais sair (São Paulo)

    • Thata disse:

      Adorei esse jeito de contabilizar mudanças que a Camis colocou, mas o meu problema que eu nunca lembro os anos, mas sim a idade que eu tinha mais o menos, já que mudei muito quando era criança. Então vamos lá, só anos aproximados:

      1982: Nasci em Porto Alegre/RS

      1984: Mudança com a familia para São Paulo/SP

      1985: Mudança para São Carlos/SP

      1987: Mudança para Ilha Solteira/SP

      1988: Mudança para Primavera/SP (lá no pontal do paranapanema)

      1992: Mudança para Teodoro Sampaio/SP

      1993: Mudança para Assis/SP

      1995: Mudança para Primavera/SP (de novo)

      1998: Volta ao Pago – Mudança para Porto Alegre/RS (fui morar sozinha em POA, terminar o colégio e prestar vestibular)

      2009: Mudança para Curitiba/PR (fui fazer uma pós graduação e até hj nao fiz o TCC)

      2010: Mudança para Porto Alegre/RS (voltei pra POA, por falta de trabalho em CWB e pq minhas ex-chefes me queriam de volta)

      2011: Mudança para Itapetininga/SP (maio até setembro)
      -> Mudança para Sorocaba/SP (outubro até dezembro)

      2012: Mudança para São Paulo/SP – onde a minha vida adulta começa com a CPBR5, Sr. Thiago Iorio e toda a poluição e rinite que essa cidade pode te dar…

      Até quando? só Deus sabe! ;)

      Como deu pra perceber, sou bem adepta das mudanças, gosto realmente delas. Como diz a minha mãe: Somos Ciganos com outro nome.

      Beijokas queridos… agora vou voltar lá, pq ainda to na leitura de e-mails heheheh

      Thata

      • Quero brincar também…

        1976 – nasci em Feira de Santana, mas fui pra Amargosa na mesma semana e lá ficaria por 16 anos.

        1992 – Mudei pra Salvador para terminar o segundo grau e fazer faculdade.

        1998 – Me mudei para São Paulo depois de formado. Morei numa pensão e depois num apartamento.

        Março de 1999 – Voltei pra Amargosa. Morei com meus pais e depois numa casa minha mesmo.

        Novembro de 1999 – Casei e voltei a morar em São Paulo. Morei em dois apartamentos nesse período.

        Novembro de 2000 – Me separei e voltei a morar numa pensão.

        Dezembro de 2000 – Me mudei para um apartamento que dividi com um amigo.

        Junho 2001 – Voltei pra Salvador. Morei primeiro no apartamento de meus pais e depois com Maira.

        Fevereiro de 2002 – voltei a morar em Amargosa, na casa dos meus pais.

        2005 – Voltei pra Salvador

        Janeiro de 2012 – Mudei pra Resende

        Fevereiro de 2012 – Mudei pra São Paulo.

        Eu tive uma fase bem nômade por um tempo, né? Mas na maior parte da minha vida eu estava sossegado. :-)

      • paulo henrique disse:

        Paulo Henrique 39 anos 118 kilos e 1,63 de altura.
        Ola irmãos de espessa camada adiposa que favorece no inverno, este podcast me lembrou da minha vida de nômade, minha mãe dizia que a maior lenbrança minha era eu de costas com uma mochila nas costas, minhas mudanças começaram logo cedo com 3 anos de idade foram estas:
        •1976: mudança de Pernambuco para Salvador em Porto Seguro.
        •1979: mudança de Porto Seguro para Belford Roxo no Rio de Janeiro.
        •1980: mudamos de rua, mas no mesmo bairro.
        •1983: nova mudança de rua no mesmo bairro.
        •1997: mudei-me sozinho para Araguaina no Tocantins a trabalho.
        •1997: de volta para Belford roxo.
        •1998: novamente sozinho para santos a trabalho.
        •1999: mudei-me para Jabaquara em Sampa novamente a trabalho.
        •2001: mudança para Ourinhos.
        •2002: Jaú me espera.
        •2003: Avaré cidade que me acolheu muito bem (bem ate demais).
        •2003: Bauru não gostei muito da cidade.
        •2004: De volta para Belford roxo atravessei a ponte e comecei a namorar a Kelly
        •2005: mudei-me em definitivo para São Gonçalo me casei e estou aqui ate hoje.

    • Thata disse:

      Mas eu mudei mais de cidade, Dona Camis, lero lero lero…

      Nem adianta ficar incrementando seu post heim!!! hehehehehe

      • Camila Dias disse:

        Eu morei no exterior, lero, lero!
        hauhauahuahuahuahuahahua

        • Rodrigo_X disse:

          Ok, vamos lá, sou amador perto de vocês:

          1982 – Agraciei o mundo com minha existência na metrópole de Três Lagoas;
          1983 – mudança para Campo Grande;
          2001 – mudei de casa com meus pais;
          2005 – mudei para Diamantino – MT;
          2006 – mudei para Campo Grande – MS;
          2007 – fui morar com namorada (de certa forma);
          2009 – voltei a morar com minha mãe.

          E em 2009 eu fugi de morar em Boa Vista-RR. :P.

    • Mi,

      Pode confessar que essa última mudança aí foi uma das melhores da tua vida! hahahahahah

      “Você ainda mora aqui?”

  10. Fernando Lazarini disse:

    Rapaz ouvindo o Papo de Gordo na Uneb ao mesmo tempo que faço meu Tcc, abraço para todos.

  11. Davine disse:

    Olá meus gordinhos prediletos.Adorei o tema do cast,só achei que o lucio não tinha muito o q comentar no cast..portanto ficou bem quieto..adorei a história do ock-tok,moço muito corajoso sair de casa com 12 anos,mel dels.Desejo muita sorte a paciência para o tio flávio para conviver com o dudu..e agradeço muito o fato de ter sido comentada no cast…fiquei me sentindo depois..

  12. Mi disse:

    hahahaha
    com certeza, ganhar um filho já criado é tudo de bom!

  13. aLx disse:

    Caramba! Vcs são profissionais e se mudarem, hein?

    Parabéns pelo episódio! Ficou muito legal!

    Eu já me mudei algumas vezes.

    Nasci em Pereira Barreto. Depois meu pai foi transferido para Franca.

    Em 1997 me mudei pra Ilha Solteira, onde fui estudar. Desisti do curso e voltei um ano depois para Franca.

    Meu pai não queria sustentar filho vagabundo e me mudei para Ribeirão Preto, para trabalhar.

    Voltei pra Franca, onde fiquei mais uns anos.

    Depois me mudei para Guarulhos, para trabalhar em São Paulo. O sofrimento era demais e aluguei um apê em São Paulo, Vila Mariana.

    Como o povo lá na Vila Mariana é muito metido à besta, e eu sou mais povão, em 2009 me mudei para a Zona Lost! Onde moro até hoje.

    Boa sorte ao Eduardo, na cidade grandxe!

    Quando quiser, marca uma data pra irmos vc, Thiago Iorio, Danilo Luiz, eu e quem mais quiser em algum lugar.

    Ainda te devo um “seja bem vindo”.

    Abraços a todos vocês.

    aLx

  14. Regis disse:

    Esse podcast foi de muito mal gosto. A Maira e o Ock-Tok comentando que em Goiás é uma selva, foi ridículo!! Acho melhor pensarem antes de ofender. Ou acham que aonde moram é o lugar perfeito?

    • Rodrigo_X disse:

      Hahahaha Pior que nem pra selva serve, Pq Goiás tá tão desmatado face a criação de gado e plantação de grãos que precisa melhorar muito para ganhar esse status :P

    • Camila Dias disse:

      Eu acredito que citar experiências vividas pode até deixar alguém ofendido, triste, chateado.
      Mas, tenham certeza que todos esses sentimentos acontecem por várias outras experiências em vários outros estados do país.

    • Regis,

      A gente brinca e faz piada com tudo e todos. Nesse episódio conseguimos rir da cirurgia do Lucio e das tragédias que aconteceram na vida do Ocktock. Essa é a essência do nosso podcast, conseguir sempre rir de tudo no final.

      Fizemos piadas sobre Goiás, mais especificamente sobre Niquelândia, assim como já “falamos mal” de São Paulo (onde moro hoje), da Bahia (onde morei por mais de trinta anos), do Rio de Janeiro, Sergipe, Amazonas… é algo recorrente e que vai continuar acontecendo.

      Eu adoro Goiânia, tenho amigos e parentes que moram lá e pretendo continuar visitando a cidade sempre que possível.

      Se você sentiu-se ofendido com as piadas sobre Goiás, te peço desculpas, mas eram apenas piadas.

      Agora se você mora em Niquelândia e se ofendeu com o que falamos da cidade, sinto muito! Porque era tudo verdade! :-P

  15. Rodrigo Costa disse:

    Mudanças num fiz e nem quero, ja ajudei amigos com mudanças e me dá preguiça só de pensar!

    Mas que conversa é esta do Dudu pegando em cobra no final do cast? Num tem medo não? Ficar longe de Maira tá fazendo o gordo trilhar outros caminhos?? hahaha

  16. malcomtux disse:

    Véi! Na boa! Eu realmente acreditei que era o Lúcio fazendo aquela apresentação!

  17. valdeir disse:

    eu só me mudei 2 vezes em quase 19 anos de existência

  18. Quase não houve mudanças na minha vida, as maiores foram mudanças de escola, meu primeiro emprego pelo SENAI e a entre em uma UF (principalmente pelas festas). Mas depois desse podcast estou achando que ir morar em uma Republica não é tão má ideia. :P

    Ótimo cast como sempre.

    Abraços.

  19. Iracroft disse:

    Eu participei do Papo de gordo justamente numa época de mudanças…Eu sou obrigada a novamente enviar um email para vocês me aguentem rs

  20. Bruno Calasans disse:

    É impressão minha ou na ordem cronológica de gravação do papo de gordo esse foi gravado antes do podcast sobre o conrad??

  21. henrique disse:

    Porra, episódio bem legal :) Ano passado eu saí de casa também fazendo o caminho contrário de vcs( de são paulo para o interior) para fazer engenharia na UFSCar. foi uma mudança voluntária, eu já pretendia sair de sampa e da casa de meus pais no cursinho. gostei de morar fora apesar de todas aqueles choques como morar numa republica (melhor, um alojamento de hippies), um grau maior de liberdade, novos amigos, a diferença de tamanho das cidades entre outras coisas.
    Um amigo pra quem eu mandei este episódio pra conhecer apreciou bastante o começo sobre cagar em lugares novos uhauahua
    E #VoltaMáquinaDoTempo kkk xD

  22. Felipe Maricato Moura disse:

    alguem sabe o que o flávio falou nesta parte do programa?

    Tempo 43:59 … wind rolando na estrada?

  23. Kio (Caio Cesar) - 40 anos - Salto/SP disse:

    Salve, amigos de peso.

    Minhas mudanças sempre foram dentro da mesma cidade, mas foram vááááááárias e desde pequeno. Por conta disso, não serei capaz de fazer uma linha do tempo, elas devem bater nas duas dezenas.
    Mesmo depois de casado, adquirindo casa própria (um abraço pra Caixa, essa linda), as mudanças ainda aconteceram, inclusive por conta da aquisição da segunda casa.
    Hoje acredito ter estabilizado, com uma casa maior que troquei pelas outras duas e em um lugar que sempre gostei… mas não descarto outras mudanças, acho que tenho um pouco de sangue cigano e a vida… sabem como é. ;)
    .
    Mudando (ops, trocadilho incidental) de assunto, quero deixar aqui um abraço, mesmo que virtual, ao caríssimo Ock-Tock. Fiquei emocionado com sua história e, nesses momentos, a vontade é de segurar a mão do camarada e desejar força e sorte. Pode parecer piegas, mas não vou esconder esse sentimento. Mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, minha torcida é verdadeira.
    .
    Dudu, que sua próxima mudança seja para ficar ao lado da Maira, para alegria do casal (e do tio Flávio, claro.).
    .
    Abração.

  24. Henrique Hakme disse:

    Ja que a brincadeira de data e mudança la vou eu heheh

    1985 nasci em brasilia
    1986 me mudei pro nucleo bandeirantes( em brasilia tambem)
    1993 vim para o atual endereço, sobradinho( em brasilia tambem) huahuahuahahua ou seja so me mudei 2x e para a mesma cidade so em local diferente huhuahuahua

    Nao sei como vai ser agora ja que filho vindo né, passo devagar agora rrsrs

    Mas posso contar de ajudar a mudanças de amigo( que foi o primeiro a casar)de uma casa aqui no condominio ao qual moro e indo pra uma kit no plano piloto, depois para outra kit em sobradinho e por ventura voltou para a casa que a mae deixou pra ele…

    Bem acabo a historia aqui hehehe

    Abraços a equipe do PdG.

    PS: Tio Lucio queremos o video do Tour desse ano!! para de enrolar!!! huahauhuahuahuahuahua

  25. Vana Medeiros disse:

    A maior mudança que já aconteceu na minha vida foi meu gordo mesmo. Depois de 2010, quando a gente começou a namorar, já conheci uma cidade que nunca tinha ido antes, o Rio de Janeiro, me mudei da casa onde morei por 22 anos, me mudei de novo de bairro pro centro de São Paulo seis meses depois e casei. Mas a maior mudança mesmo foi que desde então eu aprendi que a vida é muito melhor com a companhia certa e aprendi a valorizar as mudanças como algo positivo. Por mais que a gente tenda a ter medo delas, como o Dudu bem disse, quando o tempo passa e a gente olha para trás, percebe que foi para melhor, nem que tenha vindo para te ensinar uma lição que você precisava aprender. Hoje eu literalmente agradeço todos os dias por ter o homem da minha vida comigo, e não posso ser mais feliz por todas essas mudanças que aconteceram, comigo e com ele. Adorei o cast, meus amores. E que saudade de todos vocês!
    Beijos,
    Vana
    PS: Se eu não ganhar pelo menos um abraço (um beijo no coração serve) por esse comentário, expulso o Dudu da minha cidade e mando de volta pra Bahia.

    • Flavio disse:

      “(…) expulso o Dudu da minha cidade e mando de volta pra Bahia.”
      Isso é uma promessa, certo?

      NOTA MENTAL: deletar o comentário da Vana para que o Dudu não veja que é pra mandar “abraço” e não “beijo no coração”.

  26. Karen Soarele disse:

    Programa mais engraçado EVER!

  27. Karen Soarele disse:

    A última vez que me mudei, contratamos uma empresa de mudança para empacotar e transportar tudo.

    Infelizmente, o pessoal aqui de casa não foi cuidadoso o suficiente, e isso só serviu para roubarem o iPed da minha irmã e um colar de ouro da minha madrasta…

    • Flavio disse:

      Ah, mas por mais que a empresa seja renomada, de confiança e tudo mais, objetos de valor, computadores e itens pessoais, eu sempre carreguei no carro pra evitar este tipo de surpresa.

  28. Diego disse:

    Não acho legal viver igual nomade, porém também não curto a idéia de viver na monotonia do mesmo local a vida toda.

  29. Lucas disse:

    E eu estava achando que este podcast era um recado do Dudu…

  30. Tenho 20 anos e de mudança eu entendo, já fiz tantas que até perdi a conta. Hoje enfrento a mais complicada de todas, moro sozinho em Florianópolis por causa da faculdade, e por mais estranho que pareça, não consegui me identificar com a cidade e nem achá-la aquela coca cola toda. Me identifiquei muito com o Dudu, família faz falta, mas ainda não chegou ao ponto de meus pais chorarem no telefone.
    Gostei muito do cast, parabéns!!

  31. Não sei se conseguiria mudar tão cedo de onde estou, é literalmente sair da sua zona de conforto e se aventurar.

  32. Rodrigo_X disse:

    E a força pro tio Lúcio editar o vídeo do Tour?

  33. Oi amigos, muito bom o cast, o Lúcio ficou meio destreinado no começo, mas sem problemas! Sempre acho legal a participação do Tapioca! Bom, mudança sempre dá trabalho e nem sempre é pra melhor, pelo menos, eu só morei em dois bairros daqui, senti muitas diferenças de bairro pois morava um pouco perto do centro e fui para um bairro novo e bem distante, hoje não quero mais sair do bairro, apesar de morar numa avenida movimentada, e com vizinhos barulhentos, moro entre duas igrejas, sendo a Universal a mais barulhenta! Ainda quero mudar para uma casa numa rua sossegada, ainda tenho um sonho de morar no interior mas quando estiver bem mais velho, claro, rsrs!
    Mudança de profissão, eu penso nisto, mas começar tudo de novo, não sei se tenho saco pra isso! Vontade de estudar eu tenho, mas o tempo ainda não me deixa, ainda penso em fazer faculdade, nem que seja com mais de cinqüenta anos!
    Valeu!
    Bené

  34. Tiago Cardoso disse:

    Opaaaa… quase que não consigo comentar antes do próximo episódio.
    Mais um excelente podcast. Parabéns.
    Já mudei de casa, escola, cidade, etc… várias vezes e nunca houve aquele drama que é retratado nos filmes americanos (a família mudando e sempre uma criança triste e um adolecente em crise), porém concordo que depois de uma certa idade, mudar e começar tudo de novo da uma preguiça gigante.

    Abraço a toda a equipe de peso!

  35. Tiago Cardoso disse:

    Rumo ao 100 !

  36. Claudio Pires disse:

    Ock-Tock é o Paiva!!! Surreal… ;-) Comecei a ouvir o Papo de Gordo após a presença do Dudu Sales no Void Podcast. Hoje, enquanto ouvia o episódio, percebi semelhanças na história (fim da equipe da Tecnopop em 2010) e na voz…sim, Léo Paiva! Congratulações, meu caro amigo de intranet de Coca-Cola! Que bom saber que você está bem, em Sampa, e superou toda essa fase de 2010-2011. Cuide-se bem! Forte abraço, Claudinho.

  37. Leo Luz disse:

    Voltei Queridos!!!
    Você deveriam colocar um PS neste post avisando que Dona Maira se mudou novamente!!! Haha xD

    Só para dizer que me diverti muito neste cast! E sim, estou bem atrasado em ouvir os amigos!

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